#39 - Resumo do mês (SETEMBRO)

  30 / Setembro/ 2021 - Resumo do mês (SETEMBRO)


Os proventos dos FIIs nesse mês tiverem uma boa alta (6,25% em relação ao mês passado). Esse mês os shoppings voltaram a pagar um pouco melhor e isso refletiu positivamente no resultado. Continuei mantendo o mesmo ritmo e adicionei algumas cotas de FII na carteira com o dinheiro dos proventos. Além disso,  resolvi fazer um aporte na carteira de FIIs para que a mesma se mantenha crescendo rumo ao objetivo, embora eu calcule que ainda tenho que investir um bom valor nela para alcançar a meta e que o tempo para esses investimentos dentro desse ano está findando.

A reserva de emergência: fiz um pequeno aporte de um valor não-recorrente que recebi do meu trabalho. Contudo, se tratava de um valor baixo que ainda não permitiu que a mesma alcançasse os 75% de conclusão. Com isso, ela basicamente se manteve subindo com o juros que ela mesma constrói. Vale ressaltar que o valor reservado já é suficiente pra 1 ano de despesas e é só por isso que não estou priorizando essa reserva.

A reserva de oportunidades: Aumentei a reserva de oportunidade, visando manter o valor da mesma suficiente para uma entrada relevante, caso ocorra uma nova onda de Covid ou que a crise do subprime Chinês se confirme e atinja de alguma forma o nosso mercado.

Com relação as ações: Utilizei os dividendos do mês para aumentar minha posição em ITSA4 e SAPR4. Recebi mais dividendos e jscps esse mês, já são 19 meses seguidos recebendo retorno da carteira de ações que no acumulado do ano já corresponde a 448,28% de todo o valor que recebi no ano passado, sendo que já tenho projeção de receber mais nos próximos meses.

Nesse mês tivemos o aumento da SELIC em 100 pontos-base. Isso já está refletindo muito forte na bolsa através de uma desvalorização das cotas e ações. Além disso, temos esse crise política que inviabiliza qualquer reforma, a Covid e a crise imobiliária no exterior puxado pela empresa chinesa Evergrande. Me parece que a inflação não deve arrefecer, mesmo com o aumento da SELIC, já que isso me parece resultado de problemas de produção e não do aumento de consumo. Essa minha visão também é pautada na visão do COPOM de que o IPCA deve ficar em 13,7% nesse ano, bem longe da meta. Mas posso estar errado. Enfim, parece que o reinado da RF está voltando com tudo e com isso, não vale buscar menos num ambiente menos seguro, exceto pela visão de longo prazo e é essa visão que a maioria põe de lado.

-- Atualizando as metas --

Metas dos FIIs:
1 - Alcançar um recebimento de proventos que seja 10% maior que o salário.
1.1 - Meta pra esse ano: 25% do valor da meta estabelecida.

Metas das Ações:
2 - Alcançar 8 a 10 salários na bolsa.
3 - Alcançar 12 salários na bolsa.

Metas da reserva de oportunidades:
1 - Manter pelo menos 50% da reserva para novas oportunidades.

Resultados:

FUNDOS IMOBILIÁRIOS
Proventos X Salário *
22,16% do salário **
* Como FII é renda variável, a tendência é que esse valor oscile. Assim, o progresso não é linear.
** O objetivo são 110%, pra esse ano é terminar com 25%


FUNDO DE OPORTUNIDADE
Atualmente reservado
81,16%

AÇÕES
Percentual da meta dos 8 salários
66,42%

ITSA414,76%
ABCB410,95%
BRSR68,91%
BBSE35,44%
EGIE34,09%
ENBR34,81%
TAEE114,69%
TRPL41,06%
LREN35,26%
MDIA37,21%
KLBN111,58%
SULA110,28%
HYPE37,01%
FESA41,83%
TRIS30,48%
SAPR44,24%
SLCE33,98%
VIVT310,29%
MGLU33,13%

*** Esse percentual é correspondente a participação de cada uma dentro da carteira de ações, não sendo comparada com outros investimentos. 

Metas concluídas:
1 - Criação do fundo de oportunidade
2 - Criar uma reserva que permita arcar com alguns gastos previstos, como o IPTU.
3 - Iniciar o posicionamento em Ações. (Criar uma carteira com boas ações)
4 - Criação da reserva de emergência com 100% do valor de 12 salários líquidos e benefícios5 - Aumentar o limite da reserva de oportunidade em 100%, mantendo como mínimo 50% disponíveis.
6 - Alcançar um valor que corresponda a 5 salários líquidos na bolsa.

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