#92 - Resumo do mês (Fevereiro)

28-02-2026 - Resumo do mês (Fevereiro) 

    Meta: Alcançar 74% a 76% da meta de FIIs.

    Esse mês os proventos dos FIIs tiveram um bom aumento (+2,39% em relação ao mês passado). Mantenho o reinvestimento dos proventos e o aporte. Além disso, fiz aportes adicionais, retirando dinheiro da renda fixa e alocando em FIIs de papel e um de tijolo. Fiz isso mês passado para papéis e nesse mês novamente para poder travar o retorno num percentual bom antes mesmo da queda da SELIC e me parece que foi acertado, inclusive no time que nem era foco, pois os FIIs de papel receberam muita atenção e dispararam no valor de mercado.
    Também investi em TEPP11, fundo de tijolo voltado para lajes corporativas. Falo mais dele e do racional de compra mais abaixo.

    Meta secundária: Alcançar de 8 a 10 salários investidos em ações.

   Não comprei mais ações esse mês, mas recebi dividendos e JCPs. Com relação a subscrição de ABCB4: foi realizada com sucesso e usou parte dos dividendos recebidos. Ainda tem uma sobra que ficou na conta da corretora para somar ao mês que vem e ser utilizado na compra de novas ações.     Vale ressaltar que esse mês teve uma nova disparada no valor das ações e essa disparada jogou o meu patrimônio em ações pra um patamar acima da meta (102,36%). Como isso pode ser um movimento temporário e como a bolsa pode devolver esse ganho todo, não vou mexer na meta, somente acompanhar.

    Meta secundária: Alcançar 70% de conclusão na reserva de emergência

   A reserva de emergência se manteve aumentando com os juros que ela mesmo gera. Também fiz um pequeno aporte de acordo com o planejado, visando o alcance da meta. O resultado desse mês ficou em 58,75%.

    Meta secundária: Aumentar a reserva PET

    A reserva do Matthias recebeu o valor que estipulei mensalmente (R$19,90). Então ela passou de R$146,51 para R$168,07 esse mês (Valor somado aos juros que ela rende - total de aumento: R$21,56).

   Com relação aos índices, notícias do mês e outros pontos

   Entrei em TEPP11 esse mês e isso proporcionará uma maior diversificação no número de ativos, nas gestoras de fundos de tijolo, nos setores (Já que só tinha o JSRE11 como lajes e KNRI11 que é híbrido e possui investimentos em laje também) e no tratar da gestão que busca entrar em ativos desgastados, reformar, modernizar e ganhar com valorização do aluguel no curto e médio prazo, assim como com a venda do ativo. Então, se trata de um fundo de gestão ativa que busca gerar alfa através de oportunidades de venda e melhoria dos imóveis. Um ponto curioso é que a gestão abriu a possibilidade de se tornar híbrido, mas ainda não sabemos pra qual setor e também pretende dobrar o tamanho do fundo esse ano que deve ser um bom ano pra fazer isso se as expectativas de redução da SELIC se concretizarem. O ponto de atenção, mas que já era ventilado está pra dos fatos: 1 - Negativo: aumento de vacância devido a entrada do imóvel top center que deve ser trabalhada e é um ponto que pode levar algum tempo, pois pegaram o imóvel agora e 2 - Positivo: Ganhos não recorrentes já sinalizados pro próximos meses, sendo que existe a possibilidade de venda de imóveis já maduros associado a perspectiva de emissão de novas cotas.

    

Resultados do mês

Fundos Imobiliários
Proventos X Salário *
65,86% do salário ** (+2,39%)
    * Tendência de oscilar por se tratar de renda variável.
    ** O Objetivo são 110%. Contudo pra esse ano ficou definida a meta de 62%.

Fundo de oportunidade
Atualmente reservado
0% (0%)

Ações
Percentual da meta de 8 salários
102,36% (+2,8%)

Reserva de emergência
Percentual reservado
58,75% (+1,1%)


Metas Concluídas (toda a trajetória)

1 - Criação do fundo de oportunidade
2 - Criar uma reserva que permita arcar com alguns gastos previstos, como o IPTU.
3 - Iniciar o posicionamento em Ações. (Criar uma carteira com boas ações)
4 - Criação da reserva de emergência com 100% do valor de 12 salários líquidos e benefícios
5 - Aumentar o limite da reserva de oportunidade em 100%, mantendo como mínimo 50% disponíveis.
6 - Alcançar um valor que corresponda a 5 salários líquidos na bolsa (Ações) em 2021.
7 - Meta 2021 nos FIIs: 25% do valor da meta macro.
8 - Meta 2023: Alcançar 75% de conclusão na reserva de emergência
9 - Meta 2023 nos FIIs: 42% do valor da meta macro.
10 - Meta 2024: Alcançar 45% de conclusão na reserva de emergência
11 - Meta 2025: Alcançar 62% a 64% da meta de FIIs. (62,78%)
12 - Meta 2025: Alcançar 55% de conclusão na reserva de emergência
13 - Meta 2025: Ficar entre 20% e 30% na reserva de oportunidades

#91 - Resumo do mês (Janeiro)

31-01-2026 - Resumo do mês (Janeiro) 

    Meta: Alcançar 74% a 76% da meta de FIIs.

    Esse mês os proventos dos FIIs tiveram um bom aumento (+0,69% em relação ao mês passado). E digo que foi um bom aumento porque esse percentual é em cima de valor reajustado do salário, que joga a meta pra cima e o percentual do mês bem pra baixo. Mantenho o reinvestimento dos proventos e o aporte. Lembrando que nesse mês ocorreu os pagamentos extraordinários por causa de recebimentos não recorrentes dos fundos e com isso temos um aparente crescimento no percentual da meta, mas que deve crescer com base nos investimentos que decidi fazer ainda nesse mês.
    Mantendo o planejado, adicionei o GARE11 na carteira visando aumentar minha diversificação, redução do risco e aproveitamento do momento de baixa no valor de mercado para comprar abaixo do VP, mas ao mesmo tempo só coloquei o pé, não entrei na água. Para ser mais preciso, eu coloquei um valor baixo pra sentir a cota, ela pode variar pra baixo por conta de pressão vendedora depois de pegar muita coisa em troca de cotas e isso pode significar quedas temporárias que geram novas oportunidades de entrada. Então, posso construir posição com mais calma nele.
    Também entrei no KNSC11. Esse eu já acompanho a mais tempo e é equiparado ao AFHI11. Na época eu acabei dando preferência ao AFHI11 por estar com desconto no VP interessante, mas é fato que não deu muito tempo para montar uma posição relevante já que a cota disparou. Como KNSC11 tem características semelhantes e encontrava-se abaixo, mas muito próximo do VP, entendi como oportunidade de manter o pensamento referente a estratégia de investimento num ativo de qualidade. Mas também não consegui montar a posição que queria por conta da subida no valor da cota. Então, parti pro MCCI11.
    O MCCI11 se equipara ao KNIP11 por ter um book voltado pra IPCA, mas difere na atitude da gestão que busca gerar ganhos com pré-pagamentos e reciclagem dos CRIs. (Talvez eu crie um post somente para tratar as diferenças nos FIIs de papel e com isso alinhar a estratégia de cada um e o racional da aquisição) Falo mais sobre ele abaixo.
    A título de diversificação entrei também em XPCI11, também voltado pra IPCA, mas com características diferentes de gestão e com possível alfa a ser capturado no longo do tempo. Também falo um pouco mais sobre ele abaixo.

    Meta secundária: Alcançar de 8 a 10 salários investidos em ações.

   Esse mês subscrevi ações do ABCB4. A liquidação se dará no dia 11/02/2026, mesma data em que o banco paga JCP e com isso não será preciso adicionar quaisquer valores para realizar a subscrição. Comprei mais BBAS3 com os dividendos e JCPs pagos no mês. Como as ações subiram muito, a meta acabou ficando bem próxima da conclusão devido a valorização das mesmas. É acompanhar para ver se esse status se mantém.

    Meta secundária: Alcançar 70% de conclusão na reserva de emergência

   A reserva de emergência se manteve aumentando com os juros que ela mesmo gera. Também fiz um pequeno aporte de acordo com o planejado visando o alcance da meta. O resultado desse mês ficou em 57,65%. Lembrando que esse percentual é menor que o ano passado devido a correção do percentual em relação ao salário, que sempre ocorre em janeiro.

    Meta secundária: Aumentar a reserva PET

    A reserva do Matthias já contava com um pequeno valor que havia deixado nela. Agora ela passa a receber o valor que estipulei mensalmente (R$ 19,90). Então ela passou de R$ 124,86 para R$ 146,51 esse mês (Valor somado aos juros que ela rende).

   Com relação aos índices, notícias do mês e outros pontos

   Esse mês é aquele mês cruel para os pobres que não se controlaram nem juntaram nada durante o ano. Pagamento de IPTU, IPVA, Bombeiros, taxas escolares, aumento nas contas em geral, aumento na passagem do transporte público e aumento de dor de cabeça. Por sorte só aderi a alguns por questões de imposição e outros pude escapar por livramento divino ou escolhas pessoais. Ainda assim, é fato que os gastos em janeiro são mais elevados e isso requer uma preparação para que não afete os investimentos.

    Como citei mais acima, adicionei o GARE11 na carteira. Já venho acompanhando esse FII a algum tempo, mas a alavancagem que ele carregava me incomodava e impedia de adicionar o mesmo na carteira pelo fato de já ter outros FIIs alavancados que acabam trazendo um risco maior. Com a alavancagem zerada (Tem que se deixar claro que ele não pagou a dívida, ele tem o valor em caixa mais do que suficiente para quitar todas as obrigações e ainda fica com -5%, ou seja, sobra valor em caixa), isso deve gerar um upside na cotação no médio prazo, embora a SELIC alta ainda pressione o valor dos FIIs pra baixo e tenha a questão do pagamento de novas aquisições com cotas, o juros caindo eleva a possibilidade de valorização do FII. Além disso, é um fundo híbrido que possui investimentos em logística e em renda urbana, com boas expectativas de giro da carteira e crescimento do portfólio para esse ano.

    Entrei em KNSC11 também, esse com o valor que estava na reserva de oportunidades. Me pareceu uma boa oportunidade já que é difícil ver o KNSC11 abaixo do VP. Além disso, o retorno dele é superior ao retorno da reserva de oportunidade, que é atrelada ao CDI. Isso se deve ao fato do KNSC11 ter investimentos em CDI+% e IPCA+%, o que acaba segurando o % de retorno mesmo tendo a queda na SELIC. Como citei anteriormente, o fundo disparou em valor e ultrapassou o P/VP e isso me fez parar as novas aquisições.

    Por conta de manter o racional de investimento, procurei por um FII com características semelhantes ao KNIP11 e cheguei no MCCI11 que é um fundo que investe majoritariamente em IPCA a uma taxa menor que o KNIP11 e numa concentração maior. Por si só esses pontos contariam contra a aquisição do MCCI11, já que poderia ter maior pulverização com maior taxa no KNIP11, que ainda se encontra abaixo do VP, mas o ponto de entrada se dá na diversificação de gestora, na diversificação no número de ativos em carteira e principalmente na forma como a gestão trabalha, sendo o KNIP11 um FII de maior volatilidade nos proventos pagos por seguir o benchmark de juro real e distribuir o que apura e o MCCI11 busca distribuir os proventos uniformemente com um guidance estabelecido e produzir ganhos através de gestão ativa (Realocações e pré-pagamentos).

    Adicionei por último o XPCI11 na carteira. Fundo de papel HG que investe essencialmente em IPCA+ estava descontado em relação ao VP e isso trás uma oportunidade de alfa no ativo. Além disso, ele paga um DY de ~1% o que permite ter também um ganho com os proventos. A diversificação fica por conta do número de ativos na carteira e por trazer uma nova gestora para o universo dos FIIs de papel (XP). Existe volatilidade no pagamento desse ativo, diferente do MCCI11, mas existe característica semelhante no que tange a gestão ativa e geração de alfa com a valorização da cota.

    

Resultados do mês

Fundos Imobiliários
Proventos X Salário *
63,47% do salário ** (+0,69%)
    * Tendência de oscilar por se tratar de renda variável.
    ** O Objetivo são 110%. Contudo pra esse ano ficou definida a meta de 62%.

Fundo de oportunidade
Atualmente reservado
0% (0%)

Ações
Percentual da meta de 8 salários
99,56% (+7,9%)

Reserva de emergência
Percentual reservado
57,65% (-1,35%)


Metas Concluídas (toda a trajetória)

1 - Criação do fundo de oportunidade
2 - Criar uma reserva que permita arcar com alguns gastos previstos, como o IPTU.
3 - Iniciar o posicionamento em Ações. (Criar uma carteira com boas ações)
4 - Criação da reserva de emergência com 100% do valor de 12 salários líquidos e benefícios
5 - Aumentar o limite da reserva de oportunidade em 100%, mantendo como mínimo 50% disponíveis.
6 - Alcançar um valor que corresponda a 5 salários líquidos na bolsa (Ações) em 2021.
7 - Meta 2021 nos FIIs: 25% do valor da meta macro.
8 - Meta 2023: Alcançar 75% de conclusão na reserva de emergência
9 - Meta 2023 nos FIIs: 42% do valor da meta macro.
10 - Meta 2024: Alcançar 45% de conclusão na reserva de emergência
11 - Meta 2026: Alcançar 62% a 64% da meta de FIIs. (62,78%)
12 - Meta 2026: Alcançar 55% de conclusão na reserva de emergência
13 - Meta 2026: Ficar entre 20% e 30% na reserva de oportunidades